5 erros que você não pode cometer durante a pesquisa eleitoral

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A pesquisa eleitoral é conhecida como a somatória hierárquica de questionamentos feitos à comunidade sobre preferências, convicções políticas e pretensão de voto. Essa é uma ferramenta importante para compreender o que a sociedade espera ouvir dos candidatos e um excelente meio para testar a popularidade dos candidatos antes de investir altas quantias na campanha.

Todas as pesquisas devem ser registradas na Justiça Eleitoral com antecedência de 5 dias da divulgação do resultado, conforme previsto no art. 33 da Lei das Eleições. A obrigação passa a valer a partir do primeiro dia de janeiro do ano da disputa.

Não compreender a importância da pesquisa eleitoral

Diversos fatores são levados em conta para realizar a pesquisa eleitoral, auxiliando a construção do planejamento estratégico da campanha e aprimorando a comunicação dos candidatos. O marketing político depende dos resultados das pesquisas para ser elaborado, evitando que posicionamentos equivocados sejam seguidos e assuntos de real interesse da população sejam deixados de lado.

A vitória na disputa depende da empatia dos eleitores pelo candidato em questão. Para criar identificação entre o futuro representante do povo e à comunidade, é preciso que ambos estejam ligados a objetivos em comum, como o de solucionar problemas urgentes dos moradores da região.

Em cidades menores, é relativamente fácil conhecer a realidade de cada quarteirão e manter-se fisicamente próximo às pessoas. Em grandes capitais, a realidade é bem diferente. Para saber como comunicar-se como o bairro vizinho, atingindo exatamente suas necessidades, é necessário investir em pesquisas eleitorais.

Existem numerosas vantagens em optar por realizar a pesquisa eleitoral, como o mapeamento das necessidades da população e o reforço extra no marketing político em determinados locais. Entretanto, alguns erros podem trazer resultados contrários aos pretendidos e tornar o investimento em um desperdício de verba.

Recortar o público incorreto

Não adianta investir em pesquisas eleitorais para localidades distintas das que o candidato deseja receber informações. O ideal é guiar-se pelo IBGE e tê-lo como base para localizar o público que faz parte da região de eleitores da comarca do candidato.

Avalie o número de moradores e, a partir daí, defina quantas pessoas devem ser entrevistadas para obtenção de uma amostragem próxima da realidade. Os votos de um único bairro não garantem a vitória das eleições, ou seja, a pesquisa deve ser abrangente, mas com localização previamente definida.

Fazer perguntas mirabolantes

Evite perguntas que dificultam o entendimento dos eleitores e que exijam grau de conhecimento político elevado. Quanto mais à vontade o entrevistado estiver, com maior naturalidade e sinceridade as respostas serão dadas. Constranger as pessoas com perguntas complexas pode causar efeito reverso e intimidar o cidadão, que pode esconder seus posicionamentos por medo de ser mal interpretado.

Quanto mais sinceras as respostas, melhor para a montagem da estratégia de comunicação. Afinal, a falta de assertividade no resultado pode guiar a campanha por caminhos que não interessam à comunidade, servindo apenas como perda de investimentos.

Organizar as questões é fundamental para obter informações precisas e compreender quando interromper a pesquisa, caso necessário. Por exemplo, saber o domicílio eleitoral antes de seguir a entrevista impede que o entrevistado responda todas as questões para, ao final, informar que não vota na cidade do candidato em questão.

Não ter um app para pesquisas

Pesquisas no papel foram muito úteis em tempos antigos, mas não precisam ser revividas na atualidade. Existem excelentes plataformas disponíveis no mercado, que permitem a coleta e análise dos dados com maior agilidade e fidelidade.

As informações devem ser registradas em local seguro, sem possibilidade de extravio dos dados ou entrevistas incompletas. Com o uso de aplicativos, o agente de campo pode ter a localização monitorada, com menores chances de fraude e, ainda, relatórios com resultados parciais podem ser gerados ao final do dia.

Também não é preciso contar com o apoio da internet. A pesquisa pode ser feita offline e ter os dados arquivados de modo automático.

Contaminar a pesquisa com achismos

Antes de colocar o time em campo, é fundamental orientá-los para que não hajam de modo a influenciar as respostas, seja com intimidação ou dando dicas no decorrer da pesquisa. As abordagens devem acontecer com máxima educação e jogo de cintura, respeitando a ordem das perguntas e o tempo de resposta do cidadão.

Ao apresentar-se, é importante dizer que se trata de uma pesquisa eleitoral, mas sem mencionar o partido ou candidato que a encomendou, evitando que o entrevistado se sinta constrangido em demonstrar sinceridade nas respostas.

Evitando cometer os erros citados aqui, as chances de obtenção de resultados satisfatórios e reais são bem maiores, colaborando para o alcance da sonhada vitória. 

Para quem deseja saber mais sobre como dirigir a pesquisa eleitoral com o auxílio de uma ferramenta digital, visite o site da Data Goal e conheça os benefícios em optar pela plataforma. Aproveite!